Resenha: Fate/Zero #2

Oi, pessoal! Depois de quase (ufa, quase) um ano da primeira resenha, este ser humano aqui terminou de ler o segundo volume da light novel de Fate/Zero. A publicação acabou, o hype mudou de foco para o público geral, mas mais uma vez venho trazer minha humilde visão desta obra, trazida ao Brasil pela editora NewPOP.

Não pretendo me alongar muito nos eventos ocorridos no segundo volume, o que vocês vão ler abaixo é um ligeirão pelo que o volume tratou e o que eu achei disso (ou o que eu mais lembro disso, passei um ano sem ler essa novel ou algo assim. Nem isso eu lembro, pois é).

Caso queiram saber informações sobre a Light Novel ou ver a primeira resenha, acessem o mesmo post bem aqui.

Caso desejem adquirir a LN, podem comprar diretamente da loja da NewPOP ou em promoções em diversos sites como Amazon.

O início da Guerra

O começo dos conflitos dessa disputa inicia no volume dois, depois de muita preparação de todos os lados e algum tempo passado dentro da história, mas as peças começam a se mover.

Vemos Kirei ter seu Servo derrotado pelo Servo de Tohsaka e assim todos acreditam que Assassin foi derrotado, iniciando os planos de espionagem de mestre e discípulo, mas Kirei sente cada vez mais que não está no rumo que lhe agradaria mais. Com essa batalha, todo mundo parece se preocupar com o servo dos Tohsaka, exceto Kiritsugu que como sempre, imagina todas as possibilidades possíveis. Nesse volume seu lado cruel é o foco, causando uma estranheza em Iri e fazendo Saber -que é arbitrariamente ignorada- sentir um certo desprezo pelo seu mestre, sem ainda compreender totalmente o seu desejo claramente impossível para nós, leitores.

A primeira luta real da guerra do Santo Graal é Saber contra Lancer, mas essa luta não é apenas deles, já que temos Kiritsugu e Maya a postos para exterminar mestres e impecilhos. A coisa sai de controle por um tempo com a invasão de outros servos neste combate e tudo parte para mais cenas estranhas quando conhecemos mais detalhadamente o mestre de Caster e claro, o memorável servo desta guerra.

Como eu disse, um ligeirão picotando tudo que poderia ser um spoiler para os leitores que nem chegaram perto ainda da light novel ou também não assistiram o anime, mas gostariam de ter uma ideia da coisa toda e também para os que já leram e já assistiram como eu e não precisam ficar lendo o que já sabem.

Provavelmente eu mencionei isso na primeira resenha, mas a narrativa de Fate/Zero é entrar em um mundo de puro êxtase. A beleza com a qual Gen narra todos os horrores da guerra, todos os momentos tensos e dramáticos que existem dentro e fora das batalhas e ainda além disso, os momentos do cotidiano implantando aquela felicidade pré desastre é sublime e se existem outros termos aplicáveis para explicar a capacidade de imersão do leitor e a excelência com as quais ele emprega suas técnicas de escrita, deixo o uso delas todas aqui. Quando você topa com um material que contém pouquíssimas ilustrações, tudo depende da capacidade do autor de te fazer entender quem é quem, como se parecem, seus trajes, seus equipamentos, magias e as cenas de ação. Quando tudo dá certo, eu digo que a leitura é fluida e no caso de Fate/Zero é o que vou constatar até o último volume. É tão delicioso de consumir a escrita deste autor que nem se nota a quantidade de páginas passando rapidamente.

Infelizmente existe um empecilho na leitura que se chama a falta de revisão do texto. Hoje em dia a NewPOP até tem trabalhado mais nesse quesito, mas isso pode interromper o flow do leitor e isso aconteceu em alguns momentos nessa obra. É uma pena que isso tenha acontecido, mas fora isso a edição física é boa e bonita e vale a pena adquirir sim, afinal, vai perder de nadar na narrativa pesada de Gen?

Espero que tenham gostado desse post! Foi meio complicado fazer pelo calor forte que anda fazendo aqui e o cansaço deste mero corpo humano. Se você já tem essa light novel, deixe seu comentário falando o que achou!

Estou quase terminando o volume 3, então nos vemos na próxima postagem não relacionada a Fate!

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5 respostas para Resenha: Fate/Zero #2

  1. Assis Zang disse:

    Eu ainda estou no primeiro livro, gostei bastante. Realmente a forma que o autor narra os acontecimentos te prende a leitura facilmente. A questão da escrita não sei se melhorou muito minha Re: Zero está para chegar segunda feira, então vou constatar, porque a NGNL foi um desastre a primeira edição. No mais curti muito seu post sobre Novel, algo que um dia ainda verei disponível nas bancas junto com os mangás e não somente na internet e grandes capitais….

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    • Lízias C. disse:

      Obrigada pelo comentário Assis! Que bom que tu está curtindo essa LN, ela é realmente envolvente. Eu tenho NGNL também, mas tem menos typos do que Fate/Zero, espero que eles melhorem mais na revisão mesmo, é uma pena né?

      Agora sobre o teu sonho, vai ser bem difícil. A distribuição das bancas é uma coisa horrível, cada vez mais temos mais lojas especializadas e livrarias que vendem as light novels (tu também pode pedir em livrarias, provavelmente eles peçam algumas edições, aqui tem em quase todas as livrarias, até em pequenas!) fora que cada vez mais o destino dos mangás é sairem das bancas. Não para se tornarem algum produto de difícil acesso, mas mais um respeito ao colecionador que quer comprar suas edições na periodicidade correta e sem danos causados pelo transporte mal feito e exposição muitas vezes sem cuidado. Felizmente é bem acessível comprarmos direto das editoras, já que nem toda cidade tem uma loja especializada física.

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  2. Assis Zang disse:

    Obrigado pela opinião, não sabia que era essa a situação, mas o que eu quero mesmo é que estejam acessíveis, o lugar para mim não importa. Olha só, minha cidade tem 60 mil habitantes e não tem uma livraria que venda mangás, alguns como Naruto, Arakawa entre outros poucos vem, mas na banca de um supermercado aqui no centro, já na cidade vizinha com 180 mil habitantes, tem até loja especializada mas não tem LN lá, imagine cidade pequena, se duvidar nem correio tem, por isso pra mim não importa onde vendem e nem precisa ser com periodicidade correta, desde que não tenhamos que comprar tudo online já basta, porque Tex você encontra até em posto de gasolina, e o preço muitas vezes é menor do que mangás e LN.

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    • Lízias C. disse:

      Esse é um problema bem comum. O ideal é tu juntar os leitores que gostariam de ter esse material nas livrarias e mostrar esse interesse para elas. Sem garantia de que vai ser comprado, eles não vão pedir muito (ou nem vão pedir como no caso de LNs). Inclusive a newpop é uma editora que tem a parte de pedidos ao contrário, é a loja q pede o que quer do catálogo deles e não eles enviarem um catálogo para as lojas com as quais negociam, então está tudo nas mãos de pessoas como tu, mas é complicado mobilizar muita gente, por isso use as redes sociais em seu favor também, crie campanhas e contate as livrarias via e-mail ou pessoalmente, faça seu melhor pra mostrar que muita gente tem interesse nisso que provavelmente dá certo. Aqui também foi assim, já vi cidades bem menores conseguirem também.

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  3. Assis Zang disse:

    Corrigindo: “e o preço muitas vezes é MAIOR do que mangás e LN.”

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